quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

MOEDA ALTERNATIVA QUE NÃO PAGA DÉBITOS FISCAIS E OUTROS MAS QUE COMPENSAM APÓS SE DISCUTIR NOS FOROS A NÍVEL JUDICIAL.





PAGAMENTO COM MOEDA ALTERNATIVA.

Há moedas que servem apenas para de forma provisória Caucionar ou Garantir dívidas, principalmente relacionado a governo: Federal, Estadual, Municipal e entidades vinculadas e até mesmo Fornecedores e Instituições Bancárias.

Num caso qualquer de Moedas alternativas com possibilidades de pagar esta ou aquelas dívidas, sempre que puder consulte um profissional e especialista da área, neste caso evitará surpresas.

Vamos selecionar algumas moedas que não servem para quitar débito, mas que poderá e extender o prazo para combinações jurídicas, a extinção da dívida ocorrerá via a prescrição.

Direitos Creditórios Genérico: Ação contra União Federal, Estado e Município São Títulos de Créditos sobre Ações Indenizatória movidas por motivos variados, cujo o mais comum, é o de Desapropriação de Terra, transitada em julgado em 1ª ou 2ª instancia, mas que pela Ordem Jurídica pode haver considerações de julgamento e reverter a Decisão do Juiz. Preços a Desembolsar: de 5,0% a 10,0% do valor da causa ou do que necessita para Garantir o seu Débito.

Direitos de Créditos já Convertidos em Titulos Escriturais: Ação contra União Federal, Estado e Município São aqueles Créditos já definidos e escriturados, transitado e julgados e as vezes, encontra-se no Ministério Publico ou ainda pode voltar a ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal. São dos tipos também variados Ações Indenizatória contra a União Federal e Estadual, por motivos de Garantia de Preço na produção ou Desapropriação de areas inundadas ou por assentamentos e outras pretensões fundadas na Constituição Federal. Preços a Desembolsar: de 8,0% a 25,0% sobre o valor da causa(pauta) ou do que necessita para Garantir o seu Débito.

Moedas alternativas que servem para quitar Dívidas Tributárias.

São aqueles Créditos Efetivos com os Governos Federal, Estadual e Municipal: Autorização de Pagamento com empenho Declarado, Certidão de Créditos Empenhados e Precatórios Orçados.

Qualquer que seja o Crédito supra mencionado: É preciso explicar com maiores detalhes para não criar falsa possibilidades de que ao adquirir o Crédito vai receber ou converter em moeda instantânea com rapidez. Normalmente estes créditos tem um procedimento legal a ser seguido e definido em lei para a utilização na Compensaçao de Débitos com Créditos Próprios ou de Terceiros. Lembrando-vos que há pré-requisitos e instruções apropriadas e nos moldes que a lei exige. Os tipos mais comuns na sequência.


ÍNTEGRA DO ESTUDO.


O Sistema de Mercado (Oferta e Procura) é recheado por moedas alternativas para auxiliar qualquer tipo de devedor de Dividas inscritas com:

1. Instituições Financeiras Bancarias (empréstimos, financiamentos de Bens de Consumo e Bens de Capital ),

2. Dívidas não bancarias (factoring e outros fomentadores não oficiais, inclusive Fornecedores);

3. Débitos de ordem tributária como:

3.1. Secretaria de Receita Federal,

3.2.Procuradora Geral da Fazenda Nacional,

3.3.INSS, 3.4. Procuradoria da Dívida Ativa do INSS,

3.5. Secretarias de Receitas Estadual;

3.6. Municipal e ou em outras entidades publicas vinculadas.


1. Num caso qualquer que vos oferecerem Moedas alternativas com possibilidades de pagar esta ou aquelas dívidas, sempre que puder consulte um profissional e especialista da ária, neste caso evitará o conto do vigário e aplicações com desembolsos que possam vos causar prejuizos.

2. Há moedas que servem apenas para de forma provisória Caucionar ou Garantir dívidas, principalmente relacionado a governo: Federal, Estadual, Municipal e entidades vinculadas e até mesmo Fornecedores e Instituições Bancárias.

3. Vamos selecionar algumas moedas que não servem para quitar débito, mas que poderá e estender o prazo para combinações jurídicas


3.1. MOEDAS QUE NÃO QUITAM DÉBITOS MAS COMPENSAM, APÓS SE DISCUTIR NOS FOROS A NÍVEL JUDICIAL.

3.1.1. Direitos Creditórios Generico: Ação contra União Federal, Estado e Municipio São Titulos de Créditos sobre Ações Indenizatória movidas por motivos variados, cujo o mais comum, é o de Desapropriação de Terra, transitada em julgado em 1ª ou 2ª instancia, mas que pela Ordem Juridica pode haver considerações de julgamento e reverter a Decisão do Juiz.

Preços a Desembolsar: de 5,0% a 10,0% do valor da causa ou do que necessita para Garantir o seu Débito.

3.1.2. Direitos de Créditos já Convertidos em Titulos Escriturais: Ação contra União Federal, Estado e Município São aqueles Créditos já definidos e escriturados, transitado e julgados e as vezes, encontra-se no Ministério Publico ou ainda pode voltar a ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal. São dos tipos também variados Ações Indenizatória contra a União Federal e Estadual, por motivos de Garantia de Preço na produção ou Desapropriação de areas inundadas ou por assentamentos e outras pretensões fundadas na Constituição Federal. Preços a

Desembolsar: de 8,0% a 25,0% sobre o valor da causa(pauta) ou do que necessita para Garantir o seu Débito.

3.2. Moedas alternativas que servem para quitar Dívidas Tributárias.

3.2.1. São aqueles Créditos Efetivos com os Governos Federal, Estadual e Municipal: Autorização de Pagamento com empenho Declarado, Certidão de Créditos Empenhados e Precatórios Orçados.

3.2.1.1. Qualquer que seja o Crédito supra mencionado: É preciso explicar com maiores detalhes para não criar falsa possibilidades de que ao adquirir o Crédito vai receber ou converter em moeda instantanea com rapidez. Normalmente estes créditos tem um procedimento legal a ser seguido e definido em lei para a utilização na Compensaçao de Débitos com Créditos Próprios ou de Terceiros. Lembrando-vos que há pré-requisitos e instruçòes apropriadas e nos moldes que a lei exige. Os tipos mais comuns são:

3.2.1. As AP’s . Autorização de Pagamentos, normalmente estão inseridas nos Restos a Pagar, devidamente com origem legal contratadas, mas por problemas de ordens escuras, permanecem sem a prioridade desejada, apesar de si ter uma Lei de Responsabilidade Fiscal para o cumprimento e mesmo assim vem o desrespeito. Este tipo de crédito si encontra o ano inteiro nas mais variadas Secretarias de Governos, independente da Lei e das esferas de Governo.

3.2.2. Certidão de Créditos Empenhados são aqueles Créditos convertidos através de Contratos de Prestação de Serviços ou de outras ordens, mas ainda não escaladas para a Autorização de Pagamento, as vezes de Créditos Futuros a Pagar: podendo ser de Obras Realizadas, Interrompidas ou até mesmo Indenizatória por rompimento de Contratos.

3.2.3. Precatório: é um Titulo de Crédito, viável, irretratável, irrecusavel, liquido e certo, expedido por alvará judicial e amparado na Constituição Federal (art. 100 & 1º) , emitido pelos Tribunais de Justiça de acordo com atipicidade de onde foi julgado e de quem é o devedor. Nasce ou cria-se por força de Ação apropriada de Cobrança sob Créditos mantidos com os Ministérios Governamental da União Federal, Entidade Estatais, Secretarias das Fazendas governamental ou de entidades a elas vinculadas, originados dos Direitos Contratados devidamente realizado e entregues via Processo Licitatório, que através de Prestações de Serviços ou de Produtos ou Materiais de consumo e de Bens de Capital as tornam Credoras.

Trata-se de processo com ação apropriada e que para consumá-la no julgamento final pode si demorar entre 60 até 240 (duzentos e quarenta) meses ou seja de 05(cinco) a 20(vinte) anos. É preciso mencionar que, dependendo do tipo, causa, onde e valor, existem prazos mais extensos até a sua execução final.

3.2.5. Outras Moedas de sustentação para Garantir dívidas de qualquer tipo: Areas Devolutas, Letras Hipotecárias, Certificado da Previdencia, Letras do Tesouro Nacional.´Muitas são as areas em discussão, porisso si compra com deságio de até 80%(oitenta) por cento sobre o valor de Pauta, mas tem que saber adquirir para bem servir, evitando um desembolso que pode ser mais um conto do vigário. Quando houver interesse para garantir Débito em discussão deve ser area na própria localidade e tem que estar devidamente escriturada e declaradas, se não estiver, deve contratar alguém com capacidade técnica para tomar as providencias cabiveis, evitando naufrago judicial. Quanto aos Titulos de Crédito contra os Governos é preciso estar atento e bastante vigilante, por que toda a Nação sempre terá as suas Politicas Economicas, reformulando a estrutura de Papel dos Créditos e das Moedas, face as imposições dos controles
que faz a exigir em cada Economia, para o ajuste nacional e mundial. Portanto sem adentrar muito nos Papéis é preciso cuidado, pericia e saber Adquirir. Deve-se comprar se necessário por medida de urgencia, do contrário, para investimento é um péssimo negócio é um Casamento sem divórcio e “ad eternum”.

4. Num sistema tão famigerado de Receitas e parcas moedas, devemos estar atentos para não comprarmos Ilusão com Créditos impróprios, e para evitar o risco, deve-se ter o seguinte cuidado

1. Requerer Certidão atualizado do Crédito de qualquer natureza e papel original do orgão;

2. Requerer Procuração de quem apresenta o Crédito, de qualquer que seja o Tipo;

3. A Escrituração tem que ser feita no Cartório de Titulos e Documentos, de preferencia sendo assinado ou transferido pelo detentor original do Crédito. 3.1. Se acontecer de adquirir de terceiros que não seja o proprio Credor-Cedente, requerer do mesmo a prova de que o Crédito a
ser vendido já está Habilitado no orgão Devedor;

4. Os Deságios(descontos) são fixados pelo mercado local e nacional, lógico que depende da necessidade também de quem precisa, mas ambos os Casos, variam de 40,0% a 65,0% do valor de face. 4.1. Em ambos os casos, como lembrete, é preciso exigir Certidão Negativa da
Secretaria da Receita Federal em nome do Vendedor(Credor), para saber, se o Cedente-Vendedor está quites com a obrigação fiscal na SRF e PGFN e se for o caso, no INSS e outras de interesse social. 4.2.Nestes casos de aceitação, precisa observar: se existe Lei Federal, Estadual e Municipal para a Compensação dos Débitos com Créditos, como Ex.: 4.2.1. A SRF através da Portaria Conjugada n.01/2001, permite utilizar Titulos da Dívida Agrária(TDA’s) para pagar ITR até o limite de 50,0% do valor do Débito. 4.2.2. Em Mato Grosso do Sul a Lei 2606 de 13.01.2003 está permitindo que Contribuintes com débitos inscritos até 31.12.2002, possa obter o direito de efetuar a Compensaçao de Débitos com Créditos em qualquer nivel de governo Estadual, porém tem que seguir os tramites definidos m Lei. 4.3. O Cuidado na transferencia do Crédito é para evitar uma transferencia de crédito já bloqueado por parte de algum orgão ou instituição para quitação de débito. 4.4. É fundamental verificar a legitimidade dos Papéis e se estão habilitados.

Elaborado pelo Contador e Auditor NILSON ANTONIO RIBEIRO . CRC.SP n.109.448 T1MS
O PROTETOR DOS ENDIVIDADOS!
FONTE: http://www.clubedosendividados.com.br/perguntas1.php?perid=10
AUTOR: Contador e Auditor NILSON ANTONIO RIBEIRO
CLUBE DOS ENDIVIDADOS.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

CPR - O QUE É A CEDULA DE PRODUTO RURAL E QUEM PODE EMITI-LA? COMO UTILIZA-LA?




O QUE É A CEDULA DE PRODUTO RURAL E QUEM PODE EMITI-LA? COMO UTILIZA-LA?


» Açúcar Cristal
» Álcool Anidro e Hidratado
» Açúcar Demerara
» Algodão (em caroço, em pluma, em fios) e Caroço de Algodão
» Arroz
» Café (Arábica e Conilon)
» Bovinos (Boi Gordo, Bezerro/a, Boi Magro, Novilho Precoce e Novilha) »
Madeira
» Milho
» Soja
» Etc, etc...

É uma Cédula de Produto Rural criada pela Lei Federal 8.929/94 e alterada pela Lei 10.200/2001. Trata-se de título cambial, negociável no mercado e que permite ao produtor rural ou suas cooperativas obterem recursos para desenvolver sua produção ou empreendimento, com comercialização antecipada ou não.

QUEM PODE EMITIR.

Produtores rurais e suas cooperativas de produção.

QUEM PODE COMPRAR.

Qualquer pessoa física ou jurídica.
No caso de CPR Exportação, somente pessoa física ou jurídica domiciliada no EXTERIOR.

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DA CPR.

São títulos cambiais, que permitem a transferência para outro comprador, por endosso; permitem ao emitente alavancar recursos para atender suas necessidades no processo produtivo; Pode ser emitida em qualquer fase do empreendimento, desde a época de planejamento até com produto colhido e armazenado; podem ser comercializadas no mercado secundário, como ativo financeiro, enquanto vincendas;

Não pode ter sua forma de liquidação alterada; O preço de venda normalmente é referenciado nas cotações do mercado futuro.

COMO A GRÃOS DE OURO ATUA NA EMISSÃO DE CPR.
Analisando os clientes interessados na emissão, buscando Aval ou Seguro de Garantia no título e vendendo-o no mercado, Através de Bolsas de Mercadorias, Balcão. ou através de negociações diretas.

Modalidade de CPR:

CPR Física

O emitente vende antecipadamente parcela de sua safra e se obriga a entregar, num vencimento futuro, a quantidade de produto negociada nas condições previstas na cédula.

CPR Exportação.

O emitente vende antecipadamente parcela de sua safra a um importador não residente no País e se obriga a entregar, num vencimento futuro, a quantidade de produto negociada nas condições previstas na cédula, em condições de exportação.

CPR Financeira.

O emitente levanta recursos com base em parcela de sua produção e se obriga a liquidar o título financeiramente, pelo preço ou índice de preço previsto na cédula.

Existem as seguintes modalidades de CPR Financeira:

» CPR Financeira PREÇO FIXO - o preço de resgate, valor pelo qual a cédula será liquidada, já é definido no momento da emissão do título.

» CPR Financeira FUTURO BM&F - o preço de resgate dependerá da cotação do mercado futuro na Bolsa de Mercadorias e Futuros - BM&F, para o produto objeto da CPR, no seu vencimento.

» CPR Financeira INDICADOR ESALQ - o preço de resgate dependerá de
quanto o indicador Esalq/BM&F estiver indicando para o produto objeto da
CPR, no seu vencimento.

UTILIZAÇÃO DAS MODALIDADES DE CPR.

Alguns pontos importantes a serem considerados na hora de escolher pela modalidade de CPR a ser emitida:

CPR Física ou Exportação.

O emitente deseja fixar preço e assumir o compromisso de entrega certa de produto. Com isso, ele garante a comercialização antecipada e não se preocupa com preço;

CPR Financeira.

O produtor prefere levantar recursos sem comprometer sua safra, possibilitando-lhe a comercialização no momento que lhe convier. Nesse caso, ele assume o risco da comercialização.


» CPR Financeira INDICADOR ESALQ - o preço de resgate dependerá de quanto o indicador Esalq/BM&F estiver indicando para o produto objeto da CPR, no seu vencimento.

UTILIZAÇÃO DAS MODALIDADES DE CPR.

Alguns pontos importantes a serem considerados na hora de escolher pela modalidade de CPR a ser emitida:

CPR Física ou Exportação.

O emitente deseja fixar preço e assumir o compromisso de entrega certa de produto. Com isso, ele garante a comercialização antecipada e não se preocupa com preço;

CPR Financeira.

O produtor prefere levantar recursos sem comprometer sua safra, possibilitando-lhe a comercialização no momento que lhe convier. Nesse caso, ele assume o risco da comercialização.


PRODUTOS QUE PODEM SER OBJETO DE CPR.

CPR Física:

» Açúcar Cristal
» Álcool Anidro e Hidratado
» Açúcar Demerara
» Algodão (em caroço, em pluma, em fios) e Caroço de Algodão
» Arroz
» Café (Arábica e Conilon)
» Bovinos (Boi Gordo, Bezerro/a, Boi Magro, Novilho Precoce e Novilha)
» Madeira
» Milho
» Soja
» Etc, etc...

CPR Exportação:

» Os mesmos permitidos para a CPR Física.

CPR Financeira - Futuro BM&F:

» Café arábica » CPR Financeira - Indicador Esalq » Boi gordo » Soja

CPR Financeira - Preço Fixo:

» Praticamente todos os produtos agrícolas e pecuários.

VANTAGENS NEGOCIAIS PARA O EMITENTE

» Permite melhor planejamento das suas atividades (pode fazer emissões à medida das necessidades de recursos);

» Garante a comercialização com recebimento antecipado, no caso de CPR Física ou Exportação;

» Complementa os recursos necessários ao empreendimento;

» Conjugada com mecanismos de mercados futuros e de opções, permite que os emitentes participem de eventuais aumentos de preços ou se protejam de quedas;

» Nas modalidades Financeira-Futuro BM&F e Indicador Esalq, a liquidação dar-se-á por indicadores que refletem os preços dos produtos no mercado físico na época da liquidação.

VANTAGENS NEGOCIAIS PARA O COMPRADOR.

» Sem riscos, com garantia total do Banco por meio de aval ou Seguradora/Resseguradora através de Seguro Garantia;

» Oportunidade de investimento em Commodity agropecuárias possibilidade de ganhos financeiros superiores a outras aplicações do mercado;

» Permite utilização como garantia (caução) para alavancar CAPITAL DE GIRO através de ACC/ACE Rural ou linha de carregamento de CPR;

» Garantia de abastecimento, com redução de custos de estocagens (CPR Física ou Exportação).

COMO É FORMADO O PREÇO DE VENDA DA CPR.

O preço de venda de uma CPR é aquele que o mercado está disposto a pagar e depende:

CPR Física ou Exportação.

do vencimento, da qualidade e condições de entrega do produto, bem como das cotações que o mercado futuro estiver sinalizando para a época do vencimento; a cotação do mercado futuro sofre um deságio financeiro, trazendo o valor para a data atual, com base na taxa de juros que o mercado vem praticando;

CPR Financeira-Preço Fixo

do vencimento, do preço de resgate definido previamente pelo Banco e da taxa de juros que o mercado estiver praticando;

CPR Financeira-Ajuste Futuro e Índice Esalq

do vencimento, do percentual do índice que será utilizado no resgate e das cotações que o mercado futuro estiver sinalizando para a época do vencimento.

CUSTO DE UMA CPR PARA O EMITENTE.

» Deságio financeiro (taxa de juros) cobrado pelo comprador em função do prazo do título; a taxa de juros depende do mercado financeiro e do interesse dos compradores no título;

» Tarifa de serviços de CPR: cobrada para atender aos serviços de estudo, emissão, registro em central de liquidação e custódia, controle, acompanhamento e risco operacional; a tarifa de serviços varia de acordo com o produto e a fase de empreendimento.

TRIBUTAÇÃO DA CPR

Sobre os negócios com CPR são devidos os seguintes tributos:

CPR Física

impostos incidentes na entrega do produto (ICMS, INSS -ex-Funrural, PIS,
FINSOCIAL,etc.), são por conta do comprador, cabendo ressarcimento ao emitente do título quando o recolhimento for de sua competência;

CPR Exportação

impostos para colocação do produto em condições de exportação são por conta do emitente; Imposto de Renda sobre rendimentos auferidos na CPR por conta do comprador e de acordo com as instruções normativas que tratam do assunto: SRF n°. 25, de 06.03.2001, e 84, de 11.10.2001 (esta última aplicada a pessoas físicas) da Secretaria da Receita Federal; IOF não há incidência conforme art. 19 da Lei 8.924/94.


Observação:

Sendo a CPR uma operação realizada entre o emitente e o comprador do título, a Grãos de Ouro não se responsabiliza pelo cálculo, retenção e recolhimento de tributos eventualmente incidentes nas operações, os quais deverão ser efetuados diretamente pelos intervenientes.

EMITIMOS CPR EM TODOS ESTADOS.

ÉPOCA PARA ACOLHIMENTO DE PROPOSTA E CONCESSÃO DE GARANTIAS

Qualquer época do ano ou fase do empreendimento, inclusive podendo ser feita para produto já colhido.

CONDIÇÕES PARA CONCESSÃO DE GARANTIAS EM CPR.

Mediante análise do seu cadastro, das garantias oferecidas e estudo de viabilidade do empreendimento. Os bancos ou seguradoras oferecem as Garantis.